dedicação pela vida

Marianna Rodrigues, assistida da Abrace, conta um pouco da sua história

Hoje, aos 16 anos, ela já pode dizer: sou uma vencedora!

A história de Marianna Rodrigues, assistida da Abrace, começa em 20 de janeiro de 2001, às 9h35. A jovem conta que, em suas lembranças, foi uma criança brincalhona e agitada, comia de tudo, sem frescura e não apresentava problemas sérios de saúde. Na escola o rendimento era bom, embora às vezes preguiçosa, conta um pouco acanhada, mas sorrindo.

Mas foi aos 11 anos, quando estava no ensino fundamental, que o desempenho da mocinha começou a cair. “Sentia dores estranhas na coluna. Minha mãe me levou ao ortopedista e fiz exames, porém nada foi diagnosticado. O médico apenas receitou alguns analgésicos para o caso de a dor voltar e retornei para casa”, lembra.

Com o passar do tempo, Marianna conta que foi perdendo peso e apetite, sentia cansaço físico e a dor na coluna permanecia. “Minha mãe até achou que fosse estresse por causa de uma prova na escola. Então, decidimos fazer uma viagem com toda a família para Caldas Novas. O primeiro dia foi tranquilo, mas depois, não tinha vontade de fazer mais nada, apenas sentia cansaço”, reconhece.

Foi no mesmo dia, que a adolescente, brincando com a prima companheira de viagem, teve um sangramento no canto do olho. “Não contamos para ninguém, mas no dia seguinte, na hora do almoço, eu desmaiei”. A família, ao ter conhecimento do caso, resolveu voltar para casa, em Valparaíso (GO). Marianna já sentia febre de 40 graus e ficou internada por alguns dias para fazer exames. Ao ser levada para o Hospital Materno Infantil (HMIB), a menina foi encaminhada para o Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB). O diagnóstico? Leucemia.

Com o apoio da Abrace, Marianna Rodrigues iniciou o tratamento, que passou por um processo longo até a implantação de um cateter. “Aí sim, tudo foi melhorando, graças a Deus. Perdi totalmente meu cabelo, fiquei debilitada, às vezes, bem para baixo, mas nunca sem esperança” observa.

Hoje Marianna está bem. “Superei a doença e minha autoestima está lá em cima, inclusive meus cabelos cresceram e estão enormes”, conta orgulhosa. A assistida ainda faz acompanhamento no HCB a cada 4 meses. “Estou em manutenção e muito feliz com minha recuperação. Acredito que, mesmo que haja só 1% de chance para os médicos, a gente nunca deve parar de lutar, pois para Deus, esse 1% pode se tornar 100%”, destaca cheia de otimismo.

MARI 1

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